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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sete princípios para o casamento dar certo - Livro de John Gottman

Quais os segredos para desfrutar de um casamento aproveitando ao máximo suas potencialidades? É possível restaurar relacionamentos desgastados pela falta de conexão emocional entre os cônjuges? Essas e outras perguntas são respondidas por esse livro, que nós temos a satisfação de resenhar. Um casamento que dá certo é um dos valores reais mais desejados de 10 em cada 10 casais. Um casamento que dá certo repercute positivamente em todas as demais áreas da vida, seja essas situadas em questões sentimentais, como o relacionamento com filhos, parentes etc., sejam essas situadas nos demais segmentos da vida, como a financeira, psicológica, de saúde etc.
O que diferencia esse livro de outros manuais de terapia conjugal é que ele foi baseado em sólidas evidências científicas. Os sete princípios foram fruto de uma extensa pesquisa acadêmica realizada pelos autores, com centenas de casais que aceitaram ser acompanhados e monitorados ao longo de vários anos, inclusive dentro de um laboratório que simulava o ambiente de um apartamento. Quer saber o que faz um casamento dar certo? Então nos acompanhe num mergulho à obra de John Gottman e Nan Silver! 😀
Informações técnicas
Título: Sete princípios para o casamento dar certo
Autores: John Gottman e Nan Silver
1 | A verdade sobre os casamentos felizes: pesquisa de laboratório em Seattle
Apesar dos inúmeros benefícios do casamento para os cônjuges, em termos emocionais, de saúde e até financeiros, os autores constataram que é absurdamente pequena a quantidade de pesquisas embasadas em sólidas evidências científicas voltadas para a forma de manter um casamento estável e feliz, daí a importância da pesquisa que resultou na descoberta desses sete princípios.
De início, um mito é derrubado: o de que um casamento dá certo quando os conflitos são bem resolvidos. Outros mitos são também derrubados: o de que neuroses podem destruir um casamento, o de que casos extraconjugais são a primeira causa de divórcio etc.
O que faz, então, um casamento funcionar? É a profunda amizade existente entre os cônjuges, o que se traduz em respeito mútuo e prazer na companhia um do outro. E a arma secreta que mantém um casal feliz é a tentativa de reparação, isto é, qualquer afirmação ou ato que impede que a negatividade fique fora de controle.
2 | Como fazer um prognóstico de divórcio
São seis os sinais que evidenciam um divórcio à vista. O primeiro sinal é a abordagem ríspida, que é o pior modo de iniciar uma discussão. O segundo sinal é representado por aquilo que os autores denominam de “os quatro cavaleiros do Apocalipse”, que são, na ordem: crítica, desprezo, defensividade e incomunicabilidade. O terceiro sinal é a saturação, ou seja, um cônjuge saturado foi atingido pela negatividade de outro de forma tão opressiva que o deixou traumatizado. O quarto sinal é a linguagem corporal, e o quinto, as tentativas de reparação sem sucesso. O sexto sinal são as recordações desagradáveis sobre aspectos do passado.
3 | Princípio 1: Aprofundar o conhecimento mútuo
O primeiro princípio para um casamento dar certo é construir um mapa afetivo do parceiro, isto é, estar bem familiarizado com o universo do outro cônjuge. Casais que têm mapas afetivos detalhados estão mais bem preparados para lidar com situações estressantes e geradoras de conflito.
4 | Princípio 2: Cultivar a afeição e a admiração
A essência de qualquer casamento saudável é a amizade, e uma forma de fortalecê-la passa pelo cultivo dos aspectos positivos do outro cônjuge. Isso também diminui a probabilidade de faltarem com o respeito um ao outro quando tiverem opiniões diferentes. 
5 | Princípio 3: Estar voltado um para o outro
O hábito faz o casamento, e são os pequenos detalhes do dia-a-dia que fazem a diferença na consolidação de casamentos duradouros. Achei particularmente reveladora essa passagem do texto (p. 89):
“Muitas pessoas pensam que o segredo para manter um parceiro ao seu lado é um jantar à luz de velas ou umas férias à beira-mar. Mas o verdadeiro segredo é estarem voltados um para o outro nas pequenas situações da vida diária. Um programa romântico à noite só intensifica realmente o ardor quando o casal manteve a chama acesa tendo contato nas pequeninas coisas da rotina diária.”
A forma mais eficaz para ativar esse princípio, nos testes de laboratório realizados pelos autores, consiste nas famosas reuniões de final de dia para conversar sobre como o dia transcorreu com o cônjuge. E a regra principal aqui é falar sobre qualquer assunto, desde que tenha ocorrido fora do casamento. Esse não é o momento para discutir eventuais conflitos do casal, mas sim uma oportunidade para dar apoio emocional um ao outro a respeito de outras áreas de suas vidas.
Ao final desse capítulo, assim como em todos os outros, são propostos exercícios para fazer o princípio em foco ser ativado na vida do casal.
6 | Princípio 4: Aceitar as opiniões do parceiro
Está comprovado cientificamente: os melhores casamentos são aqueles em que o marido trata a mulher com respeito e não se opõe em dividir autoridade e tomar decisões com ela. Parece que esse capítulo foi dirigido aos homens….rsrs…. pois são eles, de acordo com os autores, os mais resistentes a compartilhar a tomada de decisões do casal. Eis outro dado revelador (p. 115):
“O marido que aceita as opiniões de sua esposa também tende a ser um pai excepcional. Ele se familiariza com o mundo dos filhos e tudo sabe sobre seus amigos e seus receios. Como não tem medo de emoções, ele ensina os filhos a respeitarem seus próprios sentimentos – e a si próprio. Ele também deixa de ver o jogo de futebol a que está assistindo na televisão, se for necessário, porque deseja ser lembrado como um pai que tinha tempo para os filhos”.

A dependência emocional no casamento

http://www.semprefamilia.com.br/dependencia-emocional-por-que-acontece-e-quais-os-perigos/

O que acontece quando o afeto vivido entre o casal, a relação que começa amorosamente, se transforma em uma dependência afetiva, uma necessidade de estar com o outro para não nos sentirmos sozinhos ou fracassados em nossa vida social?
A dependência emocional é um tipo de apego excessivo a outra pessoa. Pode-se dar em qualquer relação humana, inclusive entre um casal. De fato, é aí que mais frequentemente acontece esse padrão de dependência.
As causas
  1. A dependência surge da necessidade de ser amado. Mas se buscamos o que há por trás dessa necessidade, encontraremos uma baixa autoestima. Aquele que ama pouco a si mesmo necessita que os outros o amem para sentir-se digno de amor. Ter um parceiro é a maior prova, para si mesmo, de que se é digno de amor. O parceiro é alguém que não é da família de origem, que não teria motivo para me amar, mas que me ama porque escolheu isso. Não há nada de errado aí, exceto quando a própria aceitação de si mesmo se baseia nisso – é quando se verifica o problema.
  2. A dependência emocional se torna um labirinto, uma prisão da qual é difícil sair porque frequentemente é confundida com o amor verdadeiro que possamos ter pela outra pessoa. O amor deve se basear em uma escolha livre e não em uma necessidade de estima. Quando aparece a dependência emocional, em muitos casos o amor se destrói e as consequências são negativas para os dois.
  3. A dependência emocional se alimenta de convencionalismos sociais e culturais. Vivemos em uma sociedade que nos bombardeia com a ideia de que ter um parceiro é necessário para ser feliz. Quando se chega a certa idade, estar solteiro não é bem visto socialmente: ser um solteirão ou uma solteirona é sinônimo de fracasso. Socialmente insistem que ter um par é sinônimo de êxito e felicidade.
Assim, a dependência emocional nos mantém em relações que não funcionam. Ela faz com que muitos permaneçam em relacionamentos que não lhes fazem felizes, o que gera um mal-estar emocional significativo. Além disso, contribui para a inércia diante de problemas como a violência física ou psicológica.


Como agir
  1. É muito importante mudar a nossa mentalidade e deixar de insistir com amigos ou parentes solteiros para que encontrem um parceiro.
  2. Os meios de comunicação têm um papel muito importante, transmitindo valores culturais e histórias de amor que não se baseiem na dependência.
  3. Cada um deve analisar os seus valores e princípios, aquelas crenças tão fortemente arraigadas a respeito dos relacionamentos. Se for o seu caso, reflita: por que você não consegue se aceitar sem ter um parceiro?
  4. Não se trata de nos separarmos do parceiro na primeira complicação, mas sim de aprender a reconhecer a dependência emocional e passar a amar sem depender.
  5. Porém, se reconhecemos que a relação em que estamos não nos faz bem, existindo alguma modalidade de violência psicológica ou física, é preciso reunir forças para dar um fim ao relacionamento.
Com informações de Hacer Familia.

A bondade é uma virtude que se aprende e tem efeitos positivos no casamento.

Publicado no site: http://www.semprefamilia.com.br/estudo-psicologico-identifica-o-que-faz-um-casamento-durar/

Qual a diferença entre os casamentos duradouros, com casais há décadas vivendo felizes, e aqueles que entram em crise mal aparecem as primeiras dificuldades? Essa pergunta tem motivado inúmeros pesquisadores e embora seja difícil determinar com exatidão quais são os fatores que determinam um casamento feliz, já é possível apontar algumas respostas.
Depois de quase três décadas de pesquisas, o psicólogo norte-americano John Gottman acredita ter chegado ao ponto chave que diferencia os casamentos felizes dos que fracassam. Para chegar ao resultado, Gottman e outros pesquisadores começaram a investigar o comportamento de casais avaliando como eles respondiam a questões relacionadas à forma como haviam se conhecido, memórias positivas e conflitos vividos, monitorando funções vitais básicas como frequência cardíaca, pressão sanguínea e suor.
Após seis anos, os casais foram contatados novamente e os pesquisadores constataram que parte deles continuava casada e feliz, mas outra parte já havia se separado ou estava vivenciando um casamento infeliz. Os pesquisadores identificaram que os casais com problemas eram justamente os que haviam apresentado respostas fisiológicas mais ativas durante os testes de seis anos atrás.
Tranquilidade


Isso mostrou que quanto mais estressante era para o casal ficar lado a lado e falar sobre o relacionamento, mesmo quando se tratava de coisas positivas, mais chances eles tinham de ter desentendimentos. Já aqueles que continuavam felizes, haviam mostrado baixas taxas de excitação no teste, o que se traduziu em um comportamento mais calmo e confiante do marido e da esposa.
Num outro estudo, 130 casais recém-casados foram convidados a passar um dia em um laboratório que recriava ambientes típicos de um lar. No laboratório, os casais tinham de fazer o que normalmente fariam em suas próprias casas, como cozinhar, conversar, limpar. Durante todo o dia, cada cônjuge fez pequenos comentários tentando chamar a atenção do marido ou esposa. Alguns respondiam aos comentários com intimidade, demonstrando interesse e apoio ao cônjuge, mas outros simplesmente os ignoravam ou respondiam criticando o parceiro.
Após alguns anos, os casais que haviam mostrado maior cumplicidade no teste continuavam juntos e felizes, enquanto aqueles que se mostraram desinteressados aos responder os cônjuges estavam separados ou com o casamento em crise.
Erros
A partir desses dados, Gottman concluiu que entre os fatores que fazem um casamento durar está a bondade e a generosidade existente entre os cônjuges. Os casais que fracassam, explica Gottman, tendem a ver com mais ênfase os erros do parceiro, o que se materializa em atitudes de crítica, indiferença, desconfiança e desprezo pelo cônjuge. É como se tudo o que o outro é acabasse reduzido aos seus erros e defeitos.
Já nos casamentos felizes, marido e esposa são generosos um com o outro, o que não significa uma atitude passiva ou cega diante de eventuais erros, mas sim que as críticas são sempre pautadas pelo respeito e desejo de que o outro melhore. Além disso, há interesse e desejo de gratidão pelo outro.
Bondade  
Quando um dos cônjuges não se interessa pelo outro – por exemplo, ao ignorá-lo ou dar respostas frias demais – está abrindo caminho para um dos maiores fatores que leva o casamento a uma crise, diz Gottman.
Para o pesquisador, a estabilidade de um casamento está diretamente ligada à capacidade de cada cônjuge sentir-se amado e cuidado pelo outro. E para isso é preciso que o marido ou esposa tenha uma atitude de bondade contínua, manifestada através do respeito, carinho, atenção, interesse e boa vontade em relação ao parceiro.
Ele explica que embora alguns possam ver a bondade como um traço fixo do temperamento de uma pessoa, ela também pode ser entendida como um músculo, capaz de ser exercitada e desenvolvida continuamente. E é isso que os casais devem fazer: exercitar diariamente a bondade para com os seus parceiros.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Violência contra a mulher cristã.

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER CRISTÃ.

Universidade Mackenzie publicou pesquisa que denuncia que 40 por cento dos registros de violência contra a mulher as vítimas são evangélicas. É de ficar estupefato e sentir nojo de chamar de irmãos a tais homens que se arvoram no fato de que Deus odeia o divórcio, mas se esquecem que na mesma intensidade, Deus odeia a violência, e assim COVARDEMENTE agridem a esposa. -Ml 2.16 - 

E você mulher cristã que está apanhando, sofrendo violência física ou moral saia fora desse relacionamento já, para sempre ou até que seu homem se converta pois ainda que vá a igreja ele é pior que o incrédulo - ITm 5.8 - e já te abandonou I Co 7. Você é livre. Pr Ismael R. Carvalho Casados em Cristo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Afaste-se de tudo que pode te afastar de seu cônjuge. Aconselhamento.

"Sou ministra de Louvor da Igreja, Sou casada há 1 ano e meio e no início deste ano cometi um grande erro que tem me perturbado. Temos um casal de amigos, os quais temos contato desde a nossa adolescência. Eles casaram-se primeiro e no ano de 2015 me casei com meu marido. Nunca tive nenhum interesse nesse amigo nosso. Porém no inicio deste ano começou a despertar em mim, um interesse repentino e também dele por mim. Num certo momento acabamos falando sobre isso e consequentemente acabamos nos envolvendo. Nos encontramos 3 vezes e tivemos relação sexual 1 vez. Me vi numa fase fragilizada já que desde o começo do meu casamento meu marido e eu tínhamos dificuldades de termos relação... ele não conseguia manter-se ereto a ponto de termos relação e só sentia prazer quanto fazia sexo oral. Foi um inicio muito difícil porque posteriormente descobri que ele via diariamente pornografia. Quando o confrontei ele assumiu e mostrou-se envergonhado pois disse que desde a sua adolescência passava por isso.Com muita dor eu o compreendi e o perdoei e logo a nossa vida sexual começou a melhorar, porem posteriormente descobri que ele estava tomando "viagra" e por isso estava conseguindo ter uma ereção eficaz. Aquilo me destruiu, me senti incapaz, inferior apesar de saber que aos olhos da sociedade eu sou muito bonita. Com tudo isto creio que cedo ao adultério por conta desta minha auto estima baixa, pois esse amigo sempre me elogiava muito e reconhecia o quanto bonita e "irresistível" eu era.. o que eu esperava que meu marido achasse. 
Mesmo mediante a tudo isto, reconheci que errei muito e logo acabei com esta historia. Porem tenho dúvidas se devo contar para meu marido, pois ele jamais me perdoaria já que o rapaz com quem me envolvi é um dos melhores amigos dele. O que devo fazer. Ja me arrependi,já pedi perdão a Deus pois sei que pequei contra ele e que estou no altar e não posso viver errado. Eu só recebo o perdão de Deus se contar a ele? Pq sei que Deus me perdoou e me perdoa mas ainda sinto muita culpa. Me ajude por favor Isso aconteceu há 6 meses"



RESPOSTA DO PASTOR:

Irmã, paz. Bom vamos tratar de detalhes importantes que acabaram por te levar a cometer um erro ainda maior que o erro inicial que era de teu marido.

Contudo, já adianto que Deus já te perdoou e desse pecado nem se lembra mais, é só você que insiste em guarda-lo no secreto de Deus coração para de vez em quando tirá-lo de lá e assim se auto punir mais uma vez.  

Então, pare já com isso, pois tira de você a condição de ser humano pleno e livre que é a proposta de Cristo para todos. Não se sabote, seja feliz com a nova vida que o Senhor lhe oferece. “Vá e não peque mais”, lembra quem foi que disse isso, pois então, isso basta.

Quanto ao seu marido, provavelmente ele é viciado em pornografia e isso faz com que se autossatisfaça sexualmente vezes ao dia e quando chega na hora de ter relação com você, não consegue manter a ereção, daí ter se recorrido a ajuda do viagra. 

Na verdade ele não precisa de viagra , mas sim, deixar da pornografia. Mas a título de orientação, tomar o viagra não desperta desejo, apenas dá condições de ereção para o homem, não há mal algum ele tomar quando devidamente orientado por médico e sendo uma necessidade. Não pense que  ele te deseja por causa do viagra, não isso não. A libido, o desejo tem que estar nele, senão nem o viagra resolve.

Quanto ao seu envolvimento com esse “amigo” da família é a maneira como mais ocorre o adultério, dificilmente alguém chegaria num farol da avenida, olharia para o carro ao lado e diria para a pessoa que nele está: “Ei, vamos comigo ao motel ali na frente e vamos transar”. Não é impossível , mas improvável que aconteça. O mais comum é que  o adultério envolva pessoas conhecidas, especialmente as do trabalho, amigos e vizinhos, daí o cuidado com as relações, é preciso considerar que tolher alguns relacionamentos podem ser medidas de proteção para o casamento, olhe o que disse o pensador 800 anos antes de Cristo:

“Não há nada mais nobre  ou mais admirável que duas pessoas que se olham nos olhos guardam sua casa como marido e mulher, confundem os inimigos e encantam os amigos.” Homero 800 a.c.

Sabe querida irmã, para se chegar a um adultério há todo um caminho que foi percorrido que poderia ter sido evitado a tempo, mas não foi,  você flertou com esse perigo e deu no que deu. Entre as coisas que podemos observar está:

 -o excesso de oportunidade, 
 -a falha de caráter, 
- a carência afetiva, 

que são todas coisas sanáveis, bastaria querer, escolher não errar.

Mas você está indo bem, se arrependeu , confessou sua culpa e pediu perdão a Deus, agora quanto a contar ou não ao seu marido você deve pedir um direcionar de Deus, pois se contar sem antes preparar-se espiritualmente pode provocar uma separação ou uma infelicidade daqui pra frente. Ore, peça ao Senhor que prepare o momento certo, oportuno para você fazer isso.  Não faça nada para piorar a situação. Eu penso que nesses casos, a pessoa infiel tira metade do fardo do pecado que pesa sobre seu pescoço e coloca no ombro do parceiro que foi vítima. 

Entretanto seria importante ele considerar que tem culpa no ocorrido também, de maneira igualitária, semeou e colheu. A semeadura é facultativa, mas a colheito é obrigatória.

Sem mais, um abraço, Pr Ismael




quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Hora de mudança no relacionamento e na vida.

Ações diferentes, produzem resultados diferentes.

Se queremos dirigir nossas vidas, devemos controlar nossas ações sistemáticas ( o que  fazemos todos os dias da mesma forma). Não é o que fazemos de vez em quando que molda nossa vida, e sim, o que fazemos sempre da mesma forma. O que vai determinar seu sucesso é o que você faz diariamente. O que vai determinar seu sucesso profissional, financeiro, amoroso, familiar, espiritual, acadêmico e o que você faz sistematicamente.
As decisões que você está tomando neste momento, todos os dias, moldarão como você se sente hoje, e quem vai se tornar nos anos seguintes. Tudo o que acontece na sua vida depende de uma decisão. 

(Publicado na página Facebook da Dra. Sueli Reis Cezar, coaching cristã)-  Dra. Sueli Reis Cezar - coaching cristã.

Nota: 

A Bíblia também trata desse tema quando fala em sermos previdentes em tudo que fazemos, pois, sempre haverá consequências, positivas ou não. Jesus demonstrava ser organizado, até mesmo no milagre dos cinco pães e dois peixes, primeiro organizou a massa, mandando que se assentassem de 50 em 50, visto que eram milhares. Salomão fala sobre o tempo e o modo como um segredo para se viver, ensinando que existem momentos oportunos  e inoportunos e que saber a hora de agir é importante, bem como também o modo, que é o jeito de se fazer as coisas para que se obtenha um melhor resultado. Na epístola de Tiago tem uma proposta poderosa para quem vive colhendo resultados ruins na vida e no amor, que é doação de sabedoria vinda da Parte de Deus. Acho que não são muitos os que acreditam nisso, pois diante de dificuldades pedem a solução em suas orações e não a capacitação para resolver suas crises. Querem passes de mágica para solucionar, não quererem mudar a situação mudando suas vidas. É hora de mudar a vida, mudando a rotina. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Disfunção erétil e ejaulação precoce tratamento e cura.

Os problemas sexuais masculinos são representados, em especial, por dois tipos de distúrbios: a disfunção erétil e ejaculação precoce. Para esses males, oferecem-se tratamentos como antidepressivos, psicoterapia, cremes, camisinhas especiais e técnicas de manipulação do pênis. Conheça agora um pouco mais sobre uma solução inovadora e confiável: o spray sublingual.

QUEM DESENVOLVEU O SPRAY SUBLINGUAL
O spray sublingual foi desenvolvido pelo Dr. Luis Henrique Leonardo Pereira, CRM/SC 11548 e hoje é recomendado por diferentes médicos por todo Brasil, com base nas pesquisas e nos resultados que viabilizaram a utilização do medicamento. O spray sublingual do Centro de Andrologia é um produto desenvolvido e patenteado por médicos especializados na área de saúde sexual masculina.

COMO DEVE SER USADO O MEDICAMENTO
A aplicação do spray sublingual é simples: basta borrifar o produto sob a língua para poder permitir que o medicamento aja diretamente na solução do problema sexual indesejado.

COMO FUNCIONA O SPRAY SUBLINGUAL
Ao ser borrifado, o spray sublingual libera micropartículas na boca que são imediatamente absorvidas pelos vasos sanguíneos da mucosa interna bucal, chegando rapidamente à corrente sanguínea, que as conduz ao coração. Do coração, o produto é bombeado a todas as partes do organismo onde deve atuar. Por isso, seus efeitos são sentidos de forma rápida, em dois ou cinco minutos após a aplicação.

QUAL É A COMPOSIÇÃO DO SPRAY SUBLINGUAL
Existem sprays, como o Cialis, que usa a substância tadalafil como princípio ativo no combate à disfunção erétil. Há também o spray que tem como fármaco a dapoxetina (único remédio contra ejaculação precoce regulamentado nos EUA), que proporciona maior controle sobre a ejaculação, diminuição da sensibilidade da glande e atraso no reflexo ejaculatório.
Como boa parte dos distúrbios sexuais é resultado de problemas psicológicos, os especialistas do Centro de Andrologia produziram uma fórmula composta por aminoácidos precursores da serotonina, que ajudam a intensificar a sensação de bem-estar e a elevar a autoestima. Há, ainda, calmantes naturais em sua composição, que contribuem para melhorar o desempenho, reduzindo a ansiedade. Outras substâncias são os precursores do óxido nítrico (vasodilatador arterial) e os oligoelementos (relaxantes da musculatura peniana que ainda melhoram a qualidade do esperma). Esse spray sublingual, em síntese, permite maior período de ereção e controle maior de ejaculação.

QUAIS AS VANTAGENS DO USO DO SPRAY EM RELAÇÃO AOS COMPRIMIDOS
Algumas das vantagens observadas com o uso do spray sublingual são:

Nível de absorção maior (por ter aplicação sublingual, o percentual que chega à corrente sanguínea é quase 100%);
Potencialização dos efeitos (por causa de sua rápida absorção, seus efeitos também são rápidos, acelerando a circulação sanguínea no pênis);
Redução dos efeitos colaterais (ausência de dores de cabeça, estômago, coriza, palpitações, alterações visuais);
Menor concentração de substâncias (por dispor de um nível de absorção maior, não é necessária alta concentração na composição do produto).

QUANDO USAR O SPRAY SUBLINGUAL
Para usar o spray sublingual para tratamento de ejaculação precoce e disfunção erétil é preciso uma avaliação médica. O médico prescreverá, conforme o caso, o uso do medicamento. A finalidade é que, com o uso adequado do spray por três a oito meses, o paciente fique curado de sua disfunção erétil. Talvez, seja preciso usá-lo durante alguns dias na semana ou, eventualmente, antes da relação sexual. Mas, caberá ao médico decidir o tempo de duração do tratamento.

Publicado no site https://www.andrologia.com.br/

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Ele já um homem feito. O que é isso?

Quando um rapaz se torna homem? A resposta a essa pergunta está muito além do aspecto biológico e da idade. Conforme definida na Bíblia, a masculinidade é uma realidade funcional, demonstrada no cumprimento, por parte do homem, de responsabilidade e liderança. Com isso em mente, gostaria de sugerir treze marcas da masculinidade bíblica. Chegar a essas qualidades vitais identifica o surgimento de um homem que demonstrará verdadeira masculinidade bíblica.

1. Maturidade espiritual suficiente para liderar uma esposa e filhos

A Bíblia é clara a respeito da responsabilidade do homem em exercer maturidade e liderança espiritual. De fato, essa maturidade espiritual demanda tempo para ser desenvolvida, bem como é um dom do Espírito Santo agindo na alma do crente. As disciplinas da vida cristã, incluindo a oração e estudo bíblico sério, estão entre os meios que Deus usa para moldar um rapaz em um homem e trazer maturidade espiritual à vida de alguém que tem a responsabilidade de guiar uma esposa e uma família. Esta liderança espiritual é central à visão cristã sobre o casamento e a família.

A liderança espiritual de um homem não é uma questão de poder ditatorial, e sim uma liderança e influência espiritual, firme e confiável. Um homem tem de estar pronto para liderar sua esposa e filhos de um modo que honre a Deus, demonstre piedade, inculque o caráter cristão e leve sua família a desejar a Cristo e a buscar a glória de Deus. A maturidade espiritual é uma marca da verdadeira masculinidade cristã; um homem espiritualmente imaturo é, pelo menos neste sentido crucial, apenas um rapaz no aspecto espiritual.

2. Maturidade pessoal suficiente para ser um marido e pai responsável

A verdadeira masculinidade não é uma questão de exibir características supostamente masculinas destituídas do contexto de responsabilidade. Na Bíblia, um homem é chamado a cumprir seu papel de marido e pai. A menos que ele tenha o dom de celibato para o serviço do evangelho, o rapaz cristão deve almejar o casamento e a paternidade. Essa é, com certeza, uma afirmação contrária à nossa cultura, mas o papel de marido e pai é essencial à masculinidade. O casamento é incomparável em seus efeitos sobre o homem, visto que canaliza suas energias e direciona suas responsabilidades à consagrada aliança do casamento e à educação amorosa da família. Os rapazes cristãos devem aspirar ser aquele tipo de homem com o qual uma moça cristã se casaria alegremente, a quem os filhos obedeceriam, confiariam e respeitariam.

3. Maturidade econômica suficiente para manter-se num emprego e lidar com o dinheiro

Os publicitários e os empresários sabem a que alvo devem direcionar suas mensagens — diretamente aos rapazes e adolescentes. Esse segmento específico da população é atraído por bens materiais, entretenimento popular, eventos esportivos e outras opções de consumo. O retrato da masculinidade juvenil tornado popular nos meios de comunicação e apresentado como normal por meio de entretenimentos é caracterizado por imprudência econômica, egoísmo e lazer.

Um verdadeiro homem sabe como segurar um emprego, lidar responsavelmente com o dinheiro e atender às necessidades de sua esposa e sua família. Não desenvolver maturidade econômica significa que os rapazes frequentemente pulam de um emprego a outro e levam anos para “se acharem” em termos de carreira e vocação. Novamente, a adolescência prolongada caracteriza grande segmento da população de rapazes em nossos dias. Um homem verdadeiro sabe como ganhar, administrar e respeitar o dinheiro. Um rapaz crente entende o perigo que existe no amor ao dinheiro e cumpre suas responsabilidades como um servo cristão.

4. Maturidade física suficiente para trabalhar e proteger a família

A menos que seja incapacitado ou enfermo, um rapaz precisa desenvolver uma maturidade física que, por meio de estatura e vigor, identificam uma masculinidade reconhecível. É claro que os homens atingem diferentes tamanhos e demonstram diferentes níveis de vigor físico, mas a maturidade é comum a todos os homens, pela qual um homem demonstra sua masculinidade em ações, confiança e força. Um homem tem de estar pronto a usar sua força física para proteger a esposa e os filhos e cumprir as tarefas que Deus lhe designou. Um rapaz tem de ser ensinado a canalizar seu desenvolvimento e porte físico a um compromisso pessoal de responsabilidade, reconhecendo que o vigor adulto tem de ser combinado com a responsabilidade de adulto e a verdadeira maturidade.

5. Maturidade sexual suficiente para casar e cumprir os propósitos de Deus

Mesmo quando a sociedade celebra o sexo em todas as formas e todas as idades, o verdadeiro homem cristão pratica a integridade sexual, evitando pornografia, fornicação e todas as formas de promiscuidade e corrupção sexual. Ele entende o perigo da lascívia, mas se regozija com a capacidade sexual e poder reprodutivo que Deus lhe deu, comprometendo-se com uma moça, ganhando o seu amor, confiança e admiração — e, eventualmente, sua mão em casamento. É crucial que os homens respeitem esse dom inefável e o protejam até que, no contexto de um casamento santo, sejam capazes de satisfazer esse dom, amem sua esposa e almejem os filhos, que são dons de Deus. A sexualidade masculina divorciada do contexto e da integridade do casamento é uma realidade explosiva e perigosa. O rapaz precisa entender, enquanto atravessa a puberdade e o despertamento da sexualidade, que ele é responsável para com Deus pela administração deste importante dom.

6. Maturidade moral suficiente para liderar como um exemplo de retidão

O padrão vulgar de comportamento dos rapazes é, em geral, caracterizado por negligência, irresponsabilidade e coisas piores. À medida que um rapaz se desenvolve até à masculinidade, ele tem de desenvolver maturidade moral, enquanto aspira a retidão, o aprender a pensar como um cristão, agir como um cristão e mostrar aos outros como fazer isso.

O homem cristão deve ser um exemplo para os outros, ensinando tanto por preceito como por exemplo. É claro que isso exige o exercício de raciocínio moral responsável. A verdadeira educação moral começa com um entendimento claro dos padrões morais e deve mover-se a um nível de raciocínio moral mais elevado, pelo qual um rapaz aprende como os princípios bíblicos são transformados em viver piedoso e como os desafios morais de seus dias devem ser confrontados com as verdades reveladas na infalível e inerrante Palavra de Deus.

7. Maturidade ética suficiente para tomar decisões responsáveis

Ser um homem implica tomar decisões. Um das tarefas mais fundamentais da liderança é decidir. O estado de indecisão de muitos homens contemporâneos é a evidência de uma masculinidade atrofiada. É claro que um homem não se precipita a tomar uma decisão sem refletir, considerar e ter cuidado, mas ele se expõe a um risco, ao tomar uma decisão — e ao torná-la permanente. Isso exige uma responsabilidade moral que se estenda à tomada de decisões éticas e maduras, que glorifiquem a Deus, sejam fiéis à Palavra de Deus e estejam abertas ao escrutínio moral.

Um verdadeiro homem sabe como tomar uma decisão e viver com suas consequências — embora isso signifique que, mais tarde, ele terá de reconhecer que aprendeu por tomar uma decisão errada e por fazer a correção apropriada.

8. Maturidade de percepção do mundo suficiente para entender o que é realmente importante

Uma inversão de valores caracteriza nossa era pós-moderna, e a situação desagradável da masculinidade moderna se torna mais apavorante pelo fato de que muitos homens não têm a capacidade de desenvolver uma percepção de mundo consistente. Para o crente, isso é duplamente trágico, pois nosso discipulado cristão tem de ser demonstrado no desenvolvimento de uma mente cristã.

O cristão tem de entender como interpretar e avaliar as questões pelo espectro dos campos da política, economia, moralidade, entretenimento, educação e uma lista aparentemente interminável de outros campos. A ausência de um raciocínio bíblico e consistente da percepção do mundo é uma característica fundamental da imaturidade espiritual. Um rapaz tem de aprender como traduzir a verdade cristã em uma maneira de pensar genuinamente cristã. Precisa aprender a defender a verdade bíblica perante seus colegas e em público; e deve adquirir a habilidade de estender sua maneira de pensar bíblica, fundamentada em princípios bíblicos, a todas as áreas da vida.

9. Maturidade relacional suficiente para entender e respeitar os outros

Os psicólogos agora falam sobre a “inteligência emocional” como um fato importante no desenvolvimento pessoal. Embora o mundo tenha dado muita atenção ao QI, a inteligência emocional é tão importante como aquele. Os indivíduos que não têm a habilidade de relacionar-se com os outros estão destinados a fracassarem diante dos mais significativos desafios da vida e não cumprirão algumas de suas mais importantes responsabilidades e papéis.

Por natureza, muitos rapazes são direcionados por seu interior. Enquanto as moças aprendem a interpretar os sinais emocionais e se conectam, muitos rapazes não possuem essa capacidade e, aparentemente, não entendem a ausência dessa habilidade. Embora o homem tenha de demonstrar força emocional, constância e firmeza, ele tem de aprender a se relacionar com sua esposa, filhos, colegas e muitos outros, de uma maneira que demonstre respeito, entendimento e empatia apropriada. Ele não aprende isso jogando videogames e entrando no mundo pessoal, o que muitos rapazes adolescentes fazem.

10. Maturidade social suficiente para fazer contribuições à sociedade

O lar é o lugar essencial e a ênfase inescapável da responsabilidade de um homem, mas ele é chamado a sair do lar para ir ao mundo, o mundo amplo, como uma testemunha e como alguém que dará uma contribuição ao bem comum. Deus criou os seres humanos como criaturas sociais e, ainda que nossa cidadania final esteja no céu, temos de cumprir nossa cidadania na terra.

Um rapaz tem de aprender a cumprir uma responsabilidade política como cidadão e uma responsabilidade moral como membro de uma comunidade. O homem crente tem uma responsabilidade civilizacional, e os rapazes devem aprender a se verem como formadores da sociedade, visto que a igreja é identificada pelo Senhor como luz e sal. De modo semelhante, um homem crente tem de aprender a se relacionar com os incrédulos, como testemunha e como cidadão de uma pátria terrestre.

11. Maturidade verbal suficiente para se comunicar e falar como homem

Um homem tem de ser capaz de falar, ser entendido e se comunicar de um modo que honre a Deus e transmita a verdade de Deus aos outros. Além do contexto da conversa, o rapaz deve aprender a falar diante de grandes grupos, vencendo a timidez natural e o temor que resulta de ver um grande número de pessoas, abrindo a boca e projetando palavras.

Embora nem todos os homens se tornarão oradores públicos, cada homem deveria ter a habilidade de levantar-se, formular suas palavras e argumentar quando a verdade está sob ataque e quando a fé e a convicção têm de ser traduzidas em argumentos.

12. Maturidade de caráter suficiente para demonstrar coragem em meio ao fogo

A literatura sobre masculinidade está repleta de histórias de coragem, bravura e audácia. Pelo menos, é assim que ela costumava ser. Ora, estando a masculinidade tanto banalizada como marginalizada pelas elites culturais, e existindo subversão ideológica e confusão proveniente dos meios de comunicação, temos de recapturar um compromisso com a coragem, compromisso esse que é transportado aos desafios da vida real enfrentados pelo homem cristão.

Às vezes, a qualidade de coragem é demonstrada quando um homem arrisca sua própria vida para defender outros, especialmente sua esposa e filhos, mas também qualquer pessoa que necessita de resgate. Com muita frequência, a coragem é demonstrada em tomar uma posição em meio ao fogo hostil, recusando-se a sucumbir à tentação do silêncio e permanecendo como um exemplo e modelo para os outros, que assim serão encorajados a se manterem firmes em sua própria posição.

Nestes dias, a masculinidade bíblica exige muita coragem. As ideologias prevalecentes e as cosmovisões desta era são inerentemente hostis à verdade cristã e corrosivas à fidelidade cristã. Um rapaz precisa ter muita coragem para se comprometer com a pureza sexual, e um homem, para se dedicar exclusivamente à sua esposa. É necessário grande coragem para dizer não àquilo que esta cultura insiste serem os prazeres e deleites legítimos da carne. É necessário muita coragem para manter integridade pessoal em um mundo que desvaloriza a verdade, menospreza a Palavra de Deus e promete auto-realização e felicidade somente pela asseveração da absoluta autonomia pessoal.

A verdadeira confiança de um homem está arraigada nas fontes da coragem, e esta é evidência de caráter. Em última análise, o caráter de um homem é revelado no crisol dos desafios diários. Para a maioria dos homens, a vida também traz momentos em que coragem extraordinária será exigida, se ele tem de permanecer fiel e verdadeiro.

13. Maturidade bíblica suficiente para exercer algum nível de liderança na igreja

Uma consideração mais atenta de algumas igrejas revelará que um dos problemas centrais é a falta de maturidade bíblica entre os homens da congregação e a falta de conhecimento bíblico, o que torna os homens mal equipados e completamente despreparados para exercer liderança espiritual.

Os rapazes têm de familiarizar-se com o texto bíblico e sentir-se à vontade no estudo da Palavra de Deus. Precisam estar prontos a assumir seu lugar como líderes na igreja local. Deus estabeleceu oficiais específicos para a sua igreja — homens que são dotados e chamados publicamente —, por isso, todo homem crente deveria cumprir alguma responsabilidade de liderança na vida da igreja local.

Para alguns homens, isso pode significar um papel de liderança menos público do que o de outros. Em qualquer caso, um homem deve ser capaz de ensinar alguém e liderar algum ministério, transformando seu discipulado pessoal na realização de uma vocação santa. Há um papel de liderança para todo homem, em toda igreja, quer seja uma liderança pública ou privada, pequena ou grande, oficial ou extra-oficial. Um homem deve saber como orar diante dos outros, apresentar o evangelho e ocupar um lugar vazio quando a necessidade de liderança é evidente.

Fonte: Ministério Fiel
Leia mais: http://www.internautascristaos.com/textos/artigos/as-marcas-da-masculinidade#ixzz4GVOiksfS.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Acumule bastante......abraços, tempo juntos, amor e cuidado, coisas assim


Os casais estão cheios de atividades, trabalhando muito, e de forma desatenta se afastam um do outro. Em nome de um amanha melhor, eles querem acumular coisas e mais coisas, preservar o que já possuem e com isso, não dá para cultivar o romantismo, não há tempo para fazer do outro o seu maior bem. Mas um belo dia, eles descobrem que o casamento já não tem mais brilho, que não voltam para casa com a mesma alegria de antes. Eles deveriam voltar para casa com saudades, com alegria pelo reencontro. Isso seria a mão de tinta nas paredes do coração, o cuidado necessário, seria voltar sempre ao primeiro amor. Uma pena que seja assim. Se tem que acumular, então acumule abraços, tempo juntos, amor e cuidado, coisas assim.(Ismael Roselei Carvalho )
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